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segunda-feira, 23 de maio de 2016

A pressa é inimiga da perfeição

Essa semana eu fiz algo que eu recomendo que as minhas alunas não façam, que é pular etapas da preparação de uma peça para o quilting e por conta dessa decisão acabei trabalhando em dobro!
Trabalho feito da maneira correta!
Há algumas postagens atrás eu mostrei uma colcha com forro de tafetá. E entre os comentários que fiz, um foi que apesar do efeito visual ser muito lindo não é muito fácil trabalhar com tafetá. Acontece que a dona da colcha me pediu para fazer mais duas capas de almofadas de tafetá para que ela pudesse usar a colcha como dupla face.
Tive que desmanchar tudo...
Como era algo que eu não estava contando fazer resolvi pular uma etapa, que era esticar bem o forro antes de alfinetar, mesmo sabendo que esse tecido é um pouco mais difícil de trabalhar. No meu canal do YouTube tem um vídeo onde mostro como fazer essa etapa.

Esticado da maneira correta!
Nem preciso dizer que me arrependi e muito dessa minha "esperteza". Para piorar eu só parei pra ver como o avesso estava todo cheio de pregas depois que terminei de quiltar...
Resultado: tive que desmanchar tudo... espero que dessa vez eu tenha aprendido. Mesmo em peças pequenas, para afastar a possibilidade de surpresas desagradáveis como essa, não vou pular etapas!
Semana que vem volto com mais novidades. Beijos e obrigada por seu interesse em ver o que tenho feito.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Aulinhas de inglês

Estava em Goiânia essa semana que passou, foi uma super experiência, mas ainda não vou postar fotos do curso. Quero compartilhar com vocês um vídeo que fiz para o meu canal no You Tube. Nos meus cursos eu sempre falo da importância de, nós que fazemos patchwork e quilting, aprendermos a entender um pouco mais dessa língua. Afinal é de lá que vem as principais novidades dessa área. Com o objetivo de dar uma ajudinha para quem não gosta desse idioma, eu fiz esse vídeo com a ajuda dos meus filhos (Lucas e Ana Carolina) que me orientaram nas pronuncias.
Espero que esse vídeo possa ter te ajudado. Se você gostou dessa ideia, por favor deixe o seu comentário no vídeo e clique em gostei.
Abraços e até mais!!!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

O que procurar numa máquina industrial para quilting



Resolvi fazer uma postagem sobre esse tema depois de perceber que existem muitas dúvidas quando o assunto é máquina industrial para quilting. A pergunta mais frequente que me fazem é com relação a marca. Qual a melhor marca? Eu normalmente respondo que essa não é a questão mais importante.
Os aspectos mais importantes que eu procuro para identificarr se a máquina é boa ou não, é saber se ela tem controlador de velocidade e parada de agulha na posição abaixada.
Esses são, na minha opinião, os aspectos mais importantes que eu observo numa máquina de quiltar. Tem um outro aspecto que eu também observo, mas não é essencial: eu gosto que o pé de quilting pressione o tecido quando a agulha entra no tecido e levante quando sai. Acho que os calcadores que ficam parados atrapalham um pouco, principalmente quando o topo apresenta muitas emendas.
Com relação a marca, eu acredito que, no geral, as máquinas industriais são muito boas, principalmente porque elas são feitas para trabalharem em alta velocidade e por um longo período de tempo. Se levarmos em consideração que para quiltar não se usa a máquina em alta velocidade, nem a usamos por longas horas seguidas, é provável que a máquina funcione por muito tempo sem apresentar problemas independente da marca.
Outro ponto importante a ser observado na hora de escolher a sua máquina é com relação ao local de compra. Atualmente existem várias empresas que vendem máquinas industriais adaptada para quilting. Acredito que todas ofereçam um ótimo serviço, mas na hora de escolher onde comprar sempre recomendo que se compre de um vendedor próximo de você. É importante que o técnico possa chegar o quanto antes na sua casa para fazer os reparos, quando necessário. Observo que muitas vezes os problemas das máquinas são simples questões de manuseio, e se a loja onde você comprou a sua máquina ficar em outro estado ou cidade, você vai perder um tempo precioso para resolver uma coisa simples...
Espero que com essas observações possa ter ajudado você que está pensando em comprar uma máquina industrial para quiltar.
Por hoje é só, feliz Natal e nos encontramos novamente semana que vem.


domingo, 29 de novembro de 2015

Vídeos das réguas curvas


Na postagem anterior eu pedi para as minhas seguidoras sugestões de vídeos para dar uma animadinha no meu canal do Youtube. Aqui no blog as sugestões não foram muitas, mas no meu perfil do Facebook recebi diversos comentários e a maioria pediu para eu fazer vídeos com demosnração de uso das minhas réguas curvas. Então, como eu já estava mesmo devendo esse vídeo, resolvi fazer um projeto o mais rápido possível e acabram saindo dois vídeos.
Como eu queria que as pessoas podessem entender todo o processo criativo, os vídeos ficaram um pouco longos. O primeiro, achei que acelerar o vídeo iria prejudicar o entendimento das explicações. Por isso ele ficou com 17 minutos de duração. Desculpem, amigas...

Em compensação, o segundo vídeo eu deixei mais curto. Consegui compactar 30 minutos de quilting em seis minutos. Entretando, acredito que vai dar pra entender direitinho como tudo foi feito.

Quero agradecer a cada uma de minhas amigas que deixaram os seus comentários no blog e no Facebook dando sugestões. É sempre muito gratificante quando vocês se envolvem com as minhas postagens. Outro agradecimento muito importante que preciso deixar aqui é para a minha filha Ana Carolina que me deu apoio durante as gravações. Sem ela teria sido bem mais difícil fazer esses dois vídeos.
Espero sinceramente que vocês possam se beneficiar de mais essa produção. Meu sonho é poder dar um aspecto mais profissional ao meu canal, mas por enquanto vamos de produção caseira. Se você gostou do vídeo, por favor, deixe o seu comentário, dê um like e se inscreva no canal.
Esta semana estarei indo novamente para o Rio de Janeiro, onde darei aula no Ateliê Fio de Ouro. Estou na expectativa de encontrar muitas seguidoras do blog entre as minhas alunas!!!
Beijos e até mais.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Materiais para marcação

Esse é um assunto que sempre gera um pouco de discussão nas minhas aulas. As alunas invariavelmente me perguntam qual o melhor material para fazer marcações nos tecidos. Não sei dizer se existe um material melhor, mas eu vou compartilhar com vocês os materiais que eu mais gosto de usar como marcador para os  meus quiltings.
O meu marcador preferido é a caneta azul que sai com a água. Eu a uso principalmente quando o tecido tem uma cor clara. Não tenho uma marca preferida, mas gosto dos que tem a ponta fina.
 Quando vou fazer marcações em linha reta, eu gosto de usar vincadores. Existem várias opções, mas eu gosto de usar os que possuem um cabo anatômico, pois ajuda ter firmeza na hora de marca.
Para apagar as marcações feitas com as canetas azuis, eu gosto de usar um pincel com um depósito de água. Isso ajuda muito, pois a água só vai na área onde está a marcação. Antes eu fazia com um borrifador e às vezes a peça ficava molhada demais.
 Esse é o pincel que eu uso pra apagar as marcas das canetas azuis. A parte arredondada é onde fica armazenada a água. Eu acho isso muito prático. Sei que aqui no Brasil é possível encontrar esse pincel pra vender, mas o meu eu ganhei de presente da minha amiga Lucimara.
 Para os tecidos escuros eu uso marcadores brancos. O que eu mais gosto de usar é o giz de cera que sai com o ferro de passar. Na foto é o quadradinho branco e os pedaços pequenos. Eu tenho canetas para uso em tecidos escuros, mas não gostei de nenhuma. Foram bem caras, mas, na prática, não me agradei do resultado.
 Dos materiais de marcação que conheço, eu considero as canetas Frixion as mais polêmicas. Esse material não foi criado originalmente para a marcação em tecido e sim para as crianças brincarem. O principal problema com essas canetas, na minha opinião, é que nem sempre o risco desaparece. Como elas são feitas com uma tinta térmica, elas desaparecem com calor e retornam com o frio. E em tecidos escuros, geralmente a cor não desaparece totalmente. Nos Estados Unidos existem alguns produtos de limpeza que retiram por completo os vestígios da tinta dessa caneta, mas não sei se existe aqui no Brasil.
Muitas americanas e brasileiras adoram essa caneta, mas eu ainda não me convenci dos seus benefícios, apesar de ter amigas muito queridas que adoram usar essas canetas para fazer marcações.
Outro material que adoro usar para fazer marcações é pó de alfaiate. Ao lado da foto tem um outro giz que sai com o ferro.
Essas são as minhas observações sobre o uso de marcadores. Você tem algum outro material que eu não citei ou tem alguma contribuição para esse assunto? Por favor deixe o seu comentário.
Lindos quiltings e até semana que vem!

sábado, 30 de maio de 2015

Minhas compras de livros em Florianópolis.

Há duas potagens atrás fiquei de mostrar algumas indicações de livros que vi no atelier da Eliane Castelan, em Florianópolis. Eu adoro comprar livros e fiquei encantada com a variedade de livros interessantes que encontrei lá.
Como não dava pra trazer todos, acabei trazendo dois que não deu pra resistir.
O livro está em francês e tem peças de patchwork lindíssimas. 
Me apaixonei por essas necessaires minúsculas, a bolsa e o porta óculos que tem no livro.
O outro livro que comprei foi o da Yoko Saito. Não faço muito patch à mão, mas eu admiro muito o trabalho dessa autora japonesa.
É o segundo livro que tenho da Yoko Saito. O primeiro em inglês e o segundo em francês!!!

Abaixo coloco imagens de alguns dos livros que tinham lá que separei pra vocês.
 
O legal de comprar livros europeus, é que a gente acaba tendo uma influência diferente 
 
Enquanto os livros Americanos trazem mais projetos baseados em blocos, na Europa, os projetos apresentam uma mistura maior de outras técnicas, como o bordado por exemplo.



Quando cheguei para o curso, a loja estava com uma super promoção de tecido importado a preço de nacional. Também não deu pra resistir e acabei levando alguns tecidinhos pra casa.
E como não podia deixar faltar, mais uma tesoura para a minha coleção. Uma autêntica tesoura francesa!!!
Por hoje é só. Semana que vem pretendo voltar com notícias do curso de São Paulo!!! Bjs

domingo, 24 de maio de 2015

Sem medo de errar!

Hoje vou compartilhar com vocês o depoimento da minha querida aluna e amiga Verônica Soares. Há pouco tempo ela fez o curso de plumas aqui no meu ateliê e resolveu colocar num grupo de alunas minhas do Facebook a sua experiência com a execução do projeto de quilting que aprendeu comigo. Vejam que ótimas as observações que ela fez:

Do medo de errar (e de estragar a peça do curso).
Não só no Avançado, mas também durante o curso Básico, a Silvana Vituriano Da Silva Celistre repetia: “treinem num caderno com lápis, em sanduíches com retalhos de algodão, mas não tenham medo de errar e ‘estragar’ a peça a ser quiltada no curso. Ela foi feita pra isso. Não há erro, há formas de fazer diferente.”
Mas, sabe como é, a gente se apega aos bichinhos...
Treinei bastante, mas quando chegou a hora; deu uma peninha... Adorei minha estrela, ficou essa coisa discreta... (sim, eu adoro contrastes escandalosos). 

Só havia quiltado peças menores. A máquina é nova e industrial. Precisava de ajustes, arrebentando linha e eu ainda aprendendo a usar o brinquedo novo, mas não queria esperar até chegar o mecânico na outra semana, queria logo colocar em prática... Pra ajudar, cortei a mão e levei uns pontinhos que já tirei, pra segurar/empurrar incomoda um pouco, mas já dá bem pro gasto. 
Quer saber? Desapeguei e me joguei.
Essa peça foi feita pra guardar os meus primeiros erros – os que já imaginava e outros que descobriria – não será vendida, nem doada e daqui há algum tempo irei olhá-la novamente e lembrar dos meus primeiros passos, porque a melhor referência para meu crescimento e comparação, sou eu mesma. 

1- Percebi que meus tríceps e bíceps ficarão sarados! O peso da peça é bem maior do que estava acostumada. (E a lôca já tá fazendo 2 colchas...)

2- Mesmo sendo um projeto padrão criado pela Silvana para o curso, deveria ter planejado melhor: marquei as plumas da borda de um jeito que vai ser mais difícil de quiltar na máquina industrial ‘normal’ pq falta espaço na lateral direita, dá pra enrugar, mas pruma novata é mais um desafio... aí tive que aprender a quiltá-las de cabeça pra baixo!

3- Descobri que existe uma caixa de bobina com mola (quem já usa industrial deve saber), diferente da padrão. No quilt é um ‘arranca e para’ como em um engarrafamento. Com uma parada mais brusca, como quem aprende a dirigir, a linha pode enrolar dentro da bobina e acaba sobrando no avesso e arrebentando. (vejam nas fotos)
4- Correr é a última coisa, primeiro precisamos treinar o cérebro ao novo movimento, né prôfe?
5- Linhas retas/contínuas são mais ‘desafiadoras’ do que curvas
6- Não preciso terminá-la em um dia. Tá difícil? Pare e recomece em outro momento.
7- Não tenha medo de fazer alguma alteração no projeto. Me motivei quando vi a estrela da Lucimara Maeda. Foram sutis, mas ficou diferente.
8- A prática é que vai te fazer melhorar, não tem jeito. Só não deixe o perfeccionismo te impedir de tentar.
9- Se tiver com medo, vai com medo mesmo.

Espero que minha ‘saga’ ajude as que estão começando como eu. E se as mais experientes quiserem colaborar com conselhos e de como foi sua caminhada, fiquem à vontade.
Obrigada Silvana, por nos ajudar a descobrir coisas que nem sabíamos que éramos capazes.

Sempre fico muito emocionada de ver os avanços feitos pelas minhas alunas. Eu amo saber que consegui ajudá-las a ir mais além, a se desafiarem e a não terem medo de fazer diferente!
Obrigada Verônica por compartilhar com a gente a sua experiência e seus sentimentos ao enfrentar o seu desafio de desapego!!! Está ficando linda a tua estrela!!!
Sei que tinha prometido pra essa semana, uma postagem sobre outro assunto, mas não pude deixar de compartilhar esse texto com vocês!
Até semana que vem!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Balneário Camboriú, próxima parada: Uberlândia!

No final de semana passado estive em Balneário Camboriú para ministrar o curso básico e avançado de quilting. Foi uma experiência muito agradável. Só lamentei que na correria do curso básico não me lembrei de tirar uma foto com todas as alunas. Mas a turma estava muito animada.
Essa foi uma das poucas fotos que tirei das meninas que fizeram o básico. Logo no primeiro dia de aula. Nem todas haviam chegado.
Vejam que cadernos lindos duas alunas levaram para o curso!
 Adorei a decoração do Studio di Pano. Um ar bem vintage.
Essa é a Christina Garlipp nessa foto ela está mostrando como ela prende as linhas da bobina para não se soltarem.
 Uma ótima ideia que resolvi compartilhar com vocês.  Ela usa as ligas de cabelo das pequenas.
 Consegui me lembrar de tirar uma foto com as alunas do avançado!
 Nessa foto estou com a Natasha, sócia do ateliê.
 Aqui estou ao lado da Vera, a pessoa que foi a responsável por me indicar pra Natasha.
 A Rafaela Narciso, que fez o curso básico comigo, me deu essa tesoura que achei incrível. É dois em um: tesoura e desmanchador de costura. Uma ótima ideia!!!
 Lembrancinha que a Natascha deu para as alunas do curso avançado.
 Esse agulheiro aqui foi para as alunas do básico
 Não resisti e comprei mais uma tesoura para minha coleção.
 Um novo giz de cera que comprei para testar.
A Natasha tem pra vender uns tecidos lindos que não são tricoline. Parece um jeans bem fininho. Comprei pra fazer algumas peças de patch pro meus filhos adolescentes Adorei a textura dele. Se você desejar conhecer o Studio di Pano, a loja fica na rua 57, 72 sala 7
Próximo ao Atlantico Shopping
Fone: 47-33675733
Email: studiodipano@gmail.com
Uma vista da cidade, tirei essa foto no Morro do Careca.
Em março será a vez de Uberlândia. Contatos para maiores informações pelos telefones  (34) 9155-8914 e (34) 9207 0909. Ficarei feliz de tê-la como minha aluna.
Beijos e até semana que vem.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Tutorial de quilting 2

Em novembro do ano passado eu publiquei no blog um tutorial de quilting bem simples e fácil que teve uma boa repercussão. Dessa vez eu vou mostrar um padrão que tem a mesma base do padrão anterior, mas que com algumas mudanças. Veja se você consegue fazer!
Começo fazendo as marcações das linhas ou grades.
No sentido da diagonal do quadrado eu coloco esse padrão e vou vou repetindo até chegar no lado oposto.
Depois volto até chegar ao ponto onde comecei.
Agora volto até chegar no lado oposto novamente.
Volto novamente...
Dessa vez não vou até o final dessa linha.
Vou para a linha de baixo e sigo para o lado oposto.
Retorno e volto até o lado oposto. (Aqui adiantei um passo)
Mais um retorno...
...e em seguida completo a lateral que estava faltando.
Note que o padrão termina exatamente onde começou.
Para quem tiver dificuldade em fazer o padrão essa é a sequência de movimentos.
Por hoje é só. Espero ter ajudado no seu processo criativo. Até mais!

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