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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Limeira em Patchwork distribuiu mais de 12 mil reais em prêmios em 2017

Depois da minha postagem questionando os critérios de julgamento do Festival Internacional de Quilt e Patchwork de Gramado, resolvi me inteirar dos regulamentos de outros festivais brasileiros. O primeiro que eu analisei foi o da cidade de Limeira em São Paulo. Apesar de nunca ter ido à Feira de Limeira, sempre ouvi comentários positivos sobre a organização e ao volume de pessoas que o evento atrai.

Sabia que Limeira tinha um concurso, mas nunca procurei me aprofundar mais no assunto. Mas ao analisar as regras do concurso eu tive a grata surpresa de descobrir que o montante da premiação em dinheiro. Esse ano foram distribuídos 12.800,00 em prêmios. Os prêmios vão do primeiro ao 12º colocado. Achei esse fato totalmente inusitado para os padrões dos festivais que eu conheço no Brasil.
Entretanto para participar do Concurso de Limeira é preciso criar uma peça seguindo o tema proposto pela organização. Esse ano o tema foi a Música Popular Brasileira e os participantes tiveram que criar uma peça inspirada numa das 32 músicas indicadas no regulamento.
No concurso de Limeira qualquer um pode participar. Não existe categorias, não tem limite de idade e é aberto para pessoas de todo o Brasil. Esse ano a dimensão das peças deveriam obedecer a medida de 70 cm x 90 cm (Na horizontal ou na vertical). Só pode ultrapassar 5 cm dessa medida e é obrigatório que o trabalho seja inédito.
Cada trabalho deve ter apenas um autor, mas cada autor pode concorrer mais de uma vez. Pelo que entendi, isso significa que a peça deve ser emendada e quiltada pela mesma pessoa. Em outras palavras: eu não poderei contratar o serviço de outra pessoa para fazer o quilting.
Se você ficou interessado em participar do Concurso de Limeira deve enviar uma mensagem para pedagogicoparticular1@cpplimeira.com.br e solicitar uma via do regulamento. Se você mora em Limeira, pode ir direto à sede administrativa do Centro do Professorado Paulista (CPP), na Rua Alferes Franco, 870. O horário de funcionamento é de Segunda a sexta das 8h às 12h e das 13h às 17h. O telefone de lá é (19) 3713.4548.
Os prêmios são divididos assim:
!º lugar - 4 mil reais.
2º lugar - 3 mil reais
3º lugar - 2 mil reais
4º e 5º lugar 1 mil reais
6º ao 12º lugae 300,00 reais

Além disso todos os outros participantes recebem diploma de Honra ao Mérito pela participação.
Preciso advertir que o prêmio para o primeiro lugar é aquisitivo. Ou seja, o autor ganha o prêmio e os organizadores ficam com a peça.
As informações postadas aqui se referem ao concurso de 2017. Ainda não tive acesso ao regulamento de 2018.
Gostei muito de saber dar regras do Concurso de Limeira. Vou tentar me inteirar das regras de outros concursos. Vocês poderiam ajudar me indicando outros festivais de patchwork e quilting?
Se você já participou do Concurso de Limeira, sinta-se à vontade para deixar aqui o seu comentário com suas impressões sobre o evento. Ficarei muito agradecida.
Abrigada a você que sempre vem me visitar e semana que vem volto com mais novidades!



quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Vem aí minha primeira aula online!

Semana passada foi bem agitada para mim. Passei dias bem agradáveis na companhia de amigas. Foi tudo muito desafiante, mas ao mesmo tempo gratificante. Principalmente porque finalmente vou poder atender a uma demanda do público que me segue que é oferecer curso online.
A Stella Hoff é a responsável por tornar isso realidade.

A Stella me convidou para participar do portal Viver e Costura com um curso de quilting para iniciantes. Para isso eu criei um curso com um programa de treinamento de 28 dias e mais uma semana de bônus, no qual eu vou acompanhar a aluna durante os treinos, explicando como devem ser feitos.
É um curso voltado para quem se sente insegura sobre como começar a treinar. Acredito que a proposta do portal Viver de Costura é muito boa. São aulas gravadas e editadas em partes, ou seja você vai poder ir direto para aquela etapa do treino que estava fazendo sem ter que passar por todo o conteúdo anterior.
Provavelmente o curso será lançado nos próximos 15 dias. Espero que se você tem vontade de aprender a quiltar comigo, possa aproveitar essa ótima oportunidade. Assim que o curso estiver disponível vou divulgar aqui no blog! Você também já pode ir se cadastrando para receber notificações de quando o curso for lançado no portal clicando nesse link.
Como fui gravar em Ubatuba, aproveitei a oportunidade para rever as amigas e conhecer essa linda cidade do litoral de São Paulo.
Tive um dia maravilhoso na companhia da minha amiga Sueli Zalesk. Ela foi minha aluna do meu primeiro curso em São Paulo, na cidade de Americana. Ela viajou de carro por mais de seis horas ficamos hospedadas no mesmo hotel e trocamos muitas "experiências" de vida. Assim nasceu nossa amizade!
Então é isso amigas. Muito obrigada por sua companhia e apoio. Espero que tenham gostado das novidades dessa semana. Em breve pretendo voltar ao assunto festival de quilting, com sugestões e análises das regras.
Por favor me ajudem divulgando o meu curso online!!!
Até semana que vem!

domingo, 1 de outubro de 2017

Mandala da Sônia Goldoni

 Como prometido semana passada estou compartilhando com vocês imagens de mais uma peça quiltada para a Sônia Goldoni.
 Achei desafiante encontrar padrões que se encaixassem nas formas que ela criou.
 No meu entendimento era importante fazer com que o quilting desse uma ideia de movimento.
 Ou melhor dizendo valorizasse o movimento da mandala.
Aqui uma foto do processo de marcação da peça. Improvisei uma mesinha de centro com tempo de vidro como mesa de luz.
Por enquanto é só. Mas quero deixar registrado aqui o meu agradecimento a todas vocês que publicamente ou de maneira particular demonstraram o seu apoio à minha reflexão da semana passada sobre os critérios de julgamento das peças do festival de Gramado. Me senti feliz também porque todas que se manifestaram, tanto aqui no blog, como nas redes sociais, o fizeram com respeito às partes envolvidas e isso é muito bom!
Até semana que vem com mais novidades!

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Esse é um critério justo?

Antes de entrar no tema principal da minha postagem quero deixar bem claro a importância que o Festival Internacional de Quilting e Patchwork de Gramado teve na minha vida. Se não me engano foi durante uma visita à edição de 2005 que eu decidi que iria me tornar uma quilter. A partir dessa data tudo que fiz foi com o objetivo de me aperfeiçoar. Fiz cursos com professoras de quilting, voltei à faculdade, onde fiz duas pós-graduação (Docência Superior e Comunicação na Moda), voltadas para o meu crescimento nessa área que tanto amo, comprei inúmeros livros que tratam do assunto e através da internet, estou sempre me colocando a par do que as quilters brasileiras e americanas estão fazendo.
Nós últimos anos o nível dos trabalhos que quilting melhoraram muito. Lembro que era comum ver peças participando da mostra competitiva com padrões de quilting muito simples, sem muita técnica. Hoje dá gosto de ver como as profissionais se aperfeiçoaram. É possível admirar peças com um grande nível de dificuldade. Brasileiras fazendo trabalhos na área do quilting que são reconhecidos a nível internacional.
E a maioria dessas quilters que chegaram a esse nível trabalham numa máquina estacionária, ou seja, não contam com as facilidades de uma longarm. Normalmente usamos uma máquina industrial adaptada para quilting. E não é fácil preparar uma peça para ser quiltada numa máquina estacionária, principalmente se for uma peça grande. É preciso espaço, temos que prender as três camadas para que não saiam do lugar e ainda temos que manusear a peça para dar forma aos padrões de quilting.
Numa longarm o preparo da peça é bem mais simples e rápido. E ainda tem algumas facilidades que a reta adaptada não nos oferece. Entre essas facilidades está o regulador de ponto e a praticidade de quiltar com régua. Você pode dizer que existem réguas para quiltar com a máquna estacionária, mas eu garanto que não é tão fácil quanto numa longarm.
Existe no Brasil muitas quilters de máquina estacionária que apresentam trabalhos com uma consistência no tamanho do ponto incrível. E isso não é fácil conseguir. É preciso muitas horas de treino. Nos meus cursos costumo comparar as quilters com pilotos de avião, quanto mais horas de voo, mais habilidade e experiência. A mesma coisa para mais horas de quilting. Numa longarm basta apertar alguns botões e o ponto sempre sairá do mesmo tamanho!
Será justo um festival colocar peças que foram quiltadas numa longarm e numa estacionária para serem avaliadas na mesma categoria? Não estaria na hora do Festival de Gramado por conta da sua história e importância para o patchwork e o quilting no Brasil fazer uma distinção nessa categoria?
Acredito que os organizadores de um Festival que tem uma mostra competitiva deve ter por princípio a preocupação com a elaboração de critérios justos.
Estive presente ao 20º Festival de Gramado e pude ver a grande quantidade de peças que foram feitas numa máquina estacionária que tinha um quilting excepcional, com nível de dificuldade, pontos regulares e preenchimento harmonioso. Não pude deixar de me questionar do porque de não ter uma categoria específica pra elas.
Acredito que o fato de competir de igual para igual com uma longarm quilter torna a competição desleal. Isso não é uma medida incentivadora. Por que eu iria competir num festival se estarei competindo com uma concorrente que tem um equipamento que apresenta funcionalidades melhores que o meu?
Dito isso, chegou a hora de comentar sobre a minha incredulidade ao ver a peça que ganhou o prêmio de melhor quiltng na 20ª Edição do Festival de Gramado. Eu não precisei de mais de 30 segundos para perceber que a peça foi feita numa longarm e que continha várias inconsistências com relação ao preenchimento do quilting. A peça apresentava uma densidade de quilting muito pequena no centro, o que não combinava com os padrões do meio e das bordas. Além de que os padrões do centro me pareceram feitos por computador, pois os cantos dos motivos não coincidiam com os cantos dos blocos.
Ao ver a peça escolhida fiquei me perguntando o que a comissão julgadora usou como critérios de julgamentos. Acredito que deva ter alguma boa explicação para a escolha, mas ao meu ver, nada que justifique, pois tinham peças feitas em longarms que apresentavam um nível de preenchimento melhor e mais cuidadoso, na minha opinião. Daí me vem outra pergunta: qual o nível de entendimento das avaliadoras do quilting desse festival? São pessoas que sabem quiltar? Essas pessoas sabem perceber quando é feito numa longarm ou numa estacionária? Para elas esses dois tipos de quilters são iguais e merecem disputar na mesma categoria?
Tudo isso me fez rever muitos dos meus posicionamentos. Eu nunca achei que haveria necessidade de participar de alguma associação de quilting, pois eu achava que isso não afetaria o meu trabalho. Grande engano! Eu preciso fazer parte de uma associação, eu preciso participar de algo onde eu possa expor os meus pontos de vista e buscar criar critérios mais justos para as quilters de máquina estacionária. Eu acho isso fundamental para quem deseja ver o quiltng e o patchwork crescendo cada vez mais no Brasil, pois não são todas que podem comprar uma longarm. E mesmo nos Estados Unidos, onde o número de longarms é muito maior que no Brasil, existe a separação entre as duas categorias. Acho que isso é uma demonstração de respeito para quem está participando da competição.
No meu entendimento um festival de quiltng que tem uma mostra competitiva tem por finalidade principal estimular a prática dessa arte e não fazer com que seus participantes tenham uma experiência frustante. Foi o que eu senti nesse último festival. Pois tinha uma peça quiltada por mim participando da competição e me pareceu muito injusto os critérios de julgamento do quilting. Não estou aqui dizendo que a minha peça merecia ter ganhado, mas sim, que achei injusto competir contra uma longarm quilter!
Desculpe pela ausência de fotos na postagem de hoje, mas achei melhor colocar penas texto, para expor a minha opinião.
Semana que vem volto com imagens de uma peça quiltada por mim! Obrigada por ter lido esse post até o final. Sinta-se à vontade para deixar a sua opinião aqui. Você acha justo quilters de longarm e quilters de máquina estacionária competirem na mesma categoria?

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Painel da Samanta (Sam Arteira)

O que eu mais gosto de quiltar é a possibilidade de poder agregar maior valor a uma peça. E isso aconteceu de maneira encantadora no painel que vou mostrar na postagem de hoje.
 A Samanta é dona do Ateliê Sam Arteira e me pediu para quiltar as peças que vão decorar a loja dela em Juiz de Fora. Me senti super honrada com esse convite e aceitei com muito gosto!
Essa é a segunda peça que quilto para ela, a primeira foi no começo do ano, quando fui dar curso lá. Se você desejar ver como ficou é só dar uma olhada no link.
 O maior desafio do projeto de quilting foi fazer com que os padrões de cada estrela conversassem entre si.
 A solução que eu encontrei foi ir fazendo padrões mais elaborados a cada parte da estrela. Na estrela interna, só linhas curvas.
 Na estrela do meio, acrescentei um pouco mais de complexidade do quilting, mas mantendo a mesma intensidade de padrões.
 Na estrela do meio entrei com linhas curvas cruzadas e padrões de plumas.
 Vejam como a estrela interna ficou encantadora apenas com linhas curvas!
 Nessa borda estreita aproveitei para colocar um dos padrões de quilting que fiz para a série que estou postando no meu canal do Youtube. Fiquei muito satisfeita com o resultado. Deu um efeito interessante, sem brigar com os outros padrões! Quem ainda não viu aproveite e dê uma passada lá!
 Na borda externa eu optei por colocar uma meia pluma com ganchos.
 O tecido com estampas muito coloridas não permite ver direito o quilting...
Nessa foto dá pra ver como eu fui acrescentando dificuldades para áreas cada vez maiores.
 Se você já me acompanha há algum tempo sabe que eu adoro postar fotos da parte de trás das minhas peças E não poderia deixar de postar as fotos dessa peça, porque ficou muito lindo!
 Para esse trabalho usei cores de linha diferente para cada área, sempre combinando com a cor do tecido do topo.
 Minha borda simples!
 Esse padrão de flor fiz inspirada nos padrões da Margareth Salomon.





Eram essas as imagens que eu tinha para compartilhar com vocês essa semana. Espero que tenham gostado. Semana que vem apareço com mais novidades!

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Primeira live do meu canal. Não perca!!

Esse ano eu coloquei como meta dar mais atenção ao meu canal do Youtube. E para atingir esse meu objetivo, estou postando um vídeo a cada semana lá, tudo isso sem deixar de dar atenção ao blog que é onde eu mais gosto de interagir com as pessoas que acompanham o meu trabalho!
Quilting que finalizei essa semana
E para dar continuidade a essa minha meta, no próximo sábado (16), a partir das 20h (horário de Brasília), vou estar fazendo a minha primeira transmissão ao vivo no Youtube. Espero poder contar com a sua presença! O tema do ao vivo serão os livros e alguns materiais que eu comprei e não recomendo. Se você gosta de fazer pesquisas antes de comprar alguma coisa essa será uma grande oportunidade. Também estarei aberta para receber sugestões de vídeos para o canal e responder algumas perguntas sobre quilting.
Se você ainda não é inscrito no canal, aproveite e se inscreva, veja os vídeos que tenho postado lá e não esqueça de curtir, para que o Youtube continue mandando os meus vídeos para você.
Nessas últimas semanas eu tenho postado vídeos mostrando como fazer bordas simples. Aproveite e dê uma olhada neles. Estou ainda preparando uma série de vídeos onde mostro como fiz a colcha de solteiro para a minha filha Ana Carolina! Aguarde que você vai gostar.

Good news for you, english speaker who'd like to ask me some questions! This saturday (16), at 8:00 p.m. Brasilia Time. I'll be making a live video on Youtube, an I'll be answering questions from you guys, about quilting and creative process! So fell free to reach out and don't be shy!
Até semana que vem com mais novidades!

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Trabalho da Sônia Pronto

Eu acho que gostar do que a gente faz é a melhor recompensa por um trabalho. E no caso dessa peça foi exatamente o que aconteceu. O projeto tem um efeito visual muito bonito e o quilting teria que realçar e não disputar a atenção com o patchwork. E conseguir atingir esse objetivo, me deixou muito satisfeita. E essa semana venho compartilhar as imagens desse trabalho com vocês!
 O patchwork desse trabalho é muito desafiante. Parece um quebra-cabeça diferente.
As emendas e cortes desse trabalho são um verdadeiro desafio. Não é nada intuitivo a maneira como ele foi montado, mas a Sônia Goldoni, dona da peça, me garantiu que não é tão difícil assim a execução. Quem desejar aprender os segredos desses trabalho, a Sônia vai estar ministrando esse curso num ateliê de Novo Hamburgo, no mês que vem.
 Para decidir o projeto de quilting eu dividi a peça em três áreas que são: os quadrados pequenos, as formas de L e os entre-meios. 
 Para cada uma dessas áreas eu desenvolvi um padrão.
 A parte que foi mais trabalhosa foi o entre-meio.
 Como eu queria fazer algo com áreas delimitadas, tive que marcar cada um dos encontros com marcador de tecido branco. Demorei muito nessa etapa...
 Os quadrados foram os padrões mais rápidos de serem executados. Usei as mesmas referências nos quadrados...
 ... mas nenhum ficou igual ao outro. Amei isso!
  As plumas (feathers) foram todas feitas à mão livre e acompanham a forma de L.
 A Sônia usou o tecido preto como forro do trabalho e isso deu um efeito maravilhoso na peça!
 O contraste da linha dourada com o fundo preto me surpreendeu.
Normalmente eu não mostro as linhas que uso nos meus trabalhos, mas dessa vez acho que vale a pena mostrar. Eu usei a linha matizada de quatro cores da Zenith no topo.
E na parte de baixo usei da linha da Vision D319. Ela não é metalizada, mas tem um efeito dourado muito bonito. Se você já foi minha aluna e prestou atenção nas minhas aulas, vai saber porque eu optei por essa linha na parte de baixo.
Amigas, por hoje é só. Espero que as imagens e as explicações que dei possam ser de ajuda no seu processo criativo. Até mais!

domingo, 27 de agosto de 2017

Trabalho da semana!

Semana corrida. Estou tentando terminar essa peça que tem data para ficar pronta e estou sentindo o peso da responsabilidade! Será que vou terminar a tempo? Será que vai ficar linda o suficiente para chamar a atenção das pessoas? Às vezes é bom a gente não pensar nessas coisas. Fazer só pelo simples fato de amar o que se faz...

Então estou tentando manter o meu equilíbrio para que seja prazeroso.
 E acho que estou conseguindo...
 Estou me surpreendendo com o resultado. Mal posso esperar para compartilhar com vocês como a peça vai ficar depois de pronta!!!
Estou também com uma turma e quilting básico que está tendo aulas uma vez por semana. Estou adorando receber as gurias que veem ao meu atelier para aprender comigo!
Por enquanto é só isso. Espero trazer a peça pronta na próxima postagem. Beijos.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Colcha pronta e em uso!

Estou sem palavras para definir o quanto é prazeroso ver um trabalho finalizado! Essa semana consegui terminar a colcha de hexágonos que estava fazendo pra minha filha e fiquei muito satisfeita com o resultado final, uma vez que aventurei em experimentar técnicas que nunca tinha executado.
A colcha foi toda feita com sobras de outros trabalhos, só que eu separei por cores que vão do lilás ao vermelho. O meu objetivo ao iniciar esse projeto era fazer uma colcha com um visual mais adolescente. Tem uma postagem no blog onde mostro a colcha anterior que tinha feito pra Ana que já estava bem desgastada e com um visual bem infantil, que não combinava mais com a idade dela.
Na mesma hora que ficou pronta a colcha já foi para a cama dela e já está em uso!
 Entre as técnicas novas que usei está a colocação de viés com vivo. Foi muito legal fazer e gostei muito do efeito visual que obtive com essa técnica. Preciso fazer outras vezes para me aperfeiçoar, pois nem tudo saiu perfeito... 
 Esse sorriso de alegria não tem preço!!!
O tecido que usei para o forro também foi uma novidade para mim. Como a Ana disse que queria uma colcha para ser usada e não apenas para decorar, resolvi usar um tecido peluciado, que a aquecesse nos dias mais frios do inverno gaúcho. Foi o maior desafio trabalhar com esse novo material, mas também foi muito legal ver as texturas novas que adicionou ao trabalho.
Ao longo da execução da colcha eu gravei alguns vídeos explicativos de como cortar, costurar e quiltar. Espero poder colocar o vídeo no meu canal do Youtube o mais breve possível. Mas já vou adiantando uma foto da régua que usei para cortar os hexágonos.
Para quem não conhece esse é o meu filho Lucas. Eu quase nunca falo dele aqui no blog, pois ele não gosta muito de fotos e também não se interessa muito pelo que faço... Mas essa semana consegui fazer com que ele parasse um pouco para uma foto. Não é das melhores, mas dá pra ver como ele está crescendo. E também pretendo fazer uma colcha nova pra ele. Ainda estou trabalhando no projeto, assim que tiver algo mais definido, vou compartilhar com vocês!
Muito obrigada amiga, por sua visita. É sempre bom saber que as palavras que escrevo aqui no blog estão sendo lidas por você!
Até semana que vem com mais novidades!!!

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