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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A melhor máquina de costura para patchwork

Graças a globalização econômica, temos uma grande oferta de marcas e modelos de máquinas de costura. No meio de tanta variedade é muito fácil a gente se perder na hora de comprar o primeiro modelo ou mesmo de escolher uma nova.


Antes as opções eram bem pequenas. Basicamente só duas marcas disputavam o mercado e eram poucos os modelos que ofereciam recursos mais avançados. Enfiador de linha, caseador, pontos decorativos, cortador automático de linha... só algumas marcas disponibilizavam esses acessórios e essas vantagens custavam muito caro.




Agora com a invasão dos modelos importados, as amantes do patchwork no Brasil estão sem saber qual a melhor opção, pois são muitas as marcas e os modelos. Vão de eletrônicas a computadorizadas com uma vasta gama de recursos e funções.


Algumas das facilidades oferecidas pelas importadas: sistema automático de pressão do pé calçador, conexão com computador, escolha de funções por toque na tela de LDC, quilt livre sem pedal, passador automático de linha, função de parada da agulha dentro ou fora do tecido e tem até uma máquina que vem equipada com um sistema que controla automaticamente o comprimento do ponto nos trabalhos de quilt livre.


Não bastasse toda essa variedade de possibilidades das máquinas de costura importadas, o mercado nacional também tem novidades para oferecer. A cada dia surge novos lançamentos com recursos similares ou idênticos aos disponibilizados pelas importadas. Tem até uma máquina especial para quilt com motor eletrônico industrial silencioso.


Desse modo é fácil se sentir perdida na hora de comprar a tão sonhada máquina que vai nos possibilitar fazer os belos trabalhos que estão expostos nas vitrines das lojas, em livros ou revistas especializadas em patchwork. Qual a máquina que vai oferecer o melhor custo benefício?


Na minha opinião a resposta para essa pergunta vai depender da sua capacidade financeira e da sua capacidade de interagir com o novo equipamento. Baseada nas minhas experiências, eu acredito que para uma máquina ser perfeita não depende dos recursos que ela oferece, mas da capacidade que temos ou não de saber explorar os recursos que a máquina de costura oferece.


É preciso haver uma cumplicidade com o equipamento e isso independe dos recursos mirabolantes que as indústrias possam criar e acrescentar às máquinas. É necessário ver a máquina como uma companheira, uma amiga que nos ajuda a concretizar as idéias que estão em nossa cabeça. No momento que conseguimos entender o funcionamento da nossa “amiga”, ela nos recompensa fazendo exatamente o que queríamos.


Eu costumo citar um evento que aconteceu comigo, logo que ganhei minha máquina. Apesar de ser um modelo especial para quilt, eu não estava conseguindo me entender com ela. Por várias vezes a levei ao representante reclamando de “defeito de fabricação”. Lá pela terceira vez, o responsável pela representação me mostrou educadamente que o problema não era o equipamento e sim a usuária!


Não preciso entrar em detalhes da vergonha que senti...


Voltei pra casa com a determinação de tentar entendê-la e hoje eu a vejo como uma companheira de trabalho que está sempre disposta a me ajudar quando solicitada da maneira correta. E acho que o entrosamento entre as máquinas e suas proprietárias, independente de marca e modelo, é o que define qual é a melhor escolha.


Por enquanto é só.


Você pode ler mais aqui.

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